quarta-feira, 2 de outubro de 2013

Contra o abandono e afins nos animais. ( ATENÇÃO AS IMAGENS PODEM SER CHOCANTES )


Na verdade todos somos animais e todos temos sentimentos (infelizmente alguns menos que outros) mas no fundo todos gostamos de um tipo de animal.
Seja ele um cão um gato um porco até mesmo um canguru, não importa a cor do pelo o tamanho se é feio ou é bonito, é um ser vivo e eu como membro da Sociedade Protectora dos Animais digo que o seguinte artigo é forte as imagens são pesadas mas é preciso que a sociedade veja o que andam a fazer com os outros (que também) habitam no nosso planeta.
Pensem um bocadinho antes de abandonar, mal tratar, atropelar e fugir pois acho que ninguém gostaria de ser abandonado e esquecido pelo mundo nem levar com um carro em cima e ficar no chão em agonia ..

PENSEM !!!

Como já referi anteriormente as imagens podem chocar os mais sensíveis.




Duzentos cadáveres contra a crueldade animal

Cadáveres de cães, de porcos e até de cangurus foram usados por ativistas da causa animal num protesto em Melbourne, na Austrália.
Ativistas do grupo Animal Liberation Victoria protestaram hoje em Melbourne contra a crueldade animal existente no país.
Os 200 elementos do grupo posaram numa praça da cidade australiana, cada um carregando o cadáver de um animal. Os animais em causa, porcos, cães, raposas, cordeiros, aves e até cangurus, foram encontrados mortos ou em agonia, abandonados em quintas ou atropelados nas estradas do país.
A intenção do grupo, para além de chamar a atenção para a crueldade com que a sociedade atual interage com os animais, é promover a alimentação e um estilo de vida vegan.
Os adeptos do veganismo defendem que o ser humano deve viver sem explorar os animais, seja para alimentação, trabalho, lazer e ou vestuário, optando neste último caso por tecidos de origem vegetal, como o algodão e o linho, ou sintéticos, caso do póliester.
O protesto de hoje surge na sequência de um outro idêntico realizado no ano passado, no qual o grupo exibiu 100 cadáveres de animais. 








Fonte: Expresso

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