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terça-feira, 2 de agosto de 2011

Até já há tornados na Rússia...

... mas não se preocupem porque o aquecimento global é um mito... =X

Um potente tornado devastou a cidade de Blagoveshchensk, na região Este da Rússia, matando uma pessoa e causando quase 30 feridos, a par do cenário de destruição que deixou após a sua passagem.
Além das repercussões humanas, o tornado deixou um rasto de destruição um pouco por toda a cidade, situada perto da fronteira com a China.
Centenas de telhados foram arrancados das suas casas e cerca de 150 carros foram danificados, segundo informações avançadas pelas autoridades russas, que decretaram igualmente o estado de emergência na região de modo a acelerar os trabalhos de busca.
Em termos monetários, as autoridades estimaram, por sua vez, que as consequências deverão rondar os 2 milhões de euros.
A ocorrência de tornados no país é rara e meteorologistas russos adiantaram inclusivamente que este terá sido o primeiro tornado de sempre a atingir uma cidade do país.



sábado, 9 de julho de 2011

Há coisas incrivéis

A cabeça de uma vítima de homicídio, desaparecida desde 1879, foi finalmente encontrada no jardim da casa do lendário apresentador da BBC.
Julia Martha Thomas, uma viúva milionária de 55 anos, foi morta à machadada pela sua empregada doméstica num subúrbio abastado de Londres, Reino Unido, no século XIX.

O caso entrou nos livros de história pelos contornos invulgarmente cruéis do crime. Kate Webster, posteriormente condenada à morte, cozinhou os restos mortais da patroa e deu-os de alimento às crianças da zona. A cabeça da vítima, no entanto, não foi localizada. Até 2011.

No exacto local onde um dia se situou o 'pub' habitualmente frequentado por Kate Webster fica agora a casa de David Attenborough, o veterano apresentador de televisão recordado pela participação nos documentários da BBC sobre vida animal.

Attenborough decidiu recentemente ampliar a sua vivenda na zona do jardim. Durante as escavações prévias à edificação, foi encontrado um crânio. Alarmado, o apresentador de televisão contactou a polícia, que graças a registos históricos e perícias científicas foi capaz de identificar a vítima. Quase século e meio depois, a cabeça de uma das mais famosas residentes de Richmond, arredores de Londres, é encontrada na casa de outro dos mais queridos filhos do bairro.

SOL com agências



terça-feira, 5 de julho de 2011

Who Knew?! - Lugares Frios



É desta que compro uma casa


A pressão para obter receitas e a falta de compradores nas hastas públicas estão a fazer com que as Finanças recorram, cada vez mais, à venda de imóveis penhorados através de negociação directa, com preços-base meramente simbólicos.

Segundo constatou o SOL, em várias vendas de apartamentos e terrenos a licitação mínima definida pela Direcção-Geral dos Impostos (DGCI) chega a ser de um cêntimo, ganhando a melhor proposta apresentada.
Até ontem, esteve à venda uma fracção para habitação em Vilar de Andorinho, concelho de Vila Nova de Gaia, com um valor patrimonial de cerca de 59 mil euros. Com 112 metros quadrados de área e um preço-base de um cêntimo, o bem tinha a indicação de que seria «vendido pela melhor proposta».
E há outras vendas ainda em curso com preços meramente simbólicos. Um terreno para construção em Mesão Frio, avaliado em 1,2 milhões de euros e penhorado à empresa Nortepolis, tem o preço-base de um euro. Já uma padaria num rés-do-_-chão em Gaia, de 72 mil euros, vende-se pela melhor proposta acima de um cêntimo (ler caixa ao lado).
Os bens são depois vendidos a preços mais altos, dependendo das propostas, mas ainda assim os negócios ficam muito abaixo dos preços de mercado. Segundo o bastonário da Ordem dos Técnicos Oficiais de Contas (OTOC), Domingues de Azevedo, as vendas com licitações simbólicas resultam de «hastas públicas que ficaram desertas». Ou seja, sem compradores.
Antes destes leilões, as Finanças penhoram os bens por dívidas ao fisco e colocam-nos à venda por um preço mínimo tendo em conta o valor patrimonial. Mas, no final do processo, não surgiram propostas de compra ou as que chegaram ficaram abaixo da licitação mínima.
Perante esta situação, os serviços das Finanças são forçados a seguir para o último estágio: a negociação directa pelo chefe da repartição de Finanças, ou por um mediador, muitas vezes com um preço-base meramente simbólico. «Não havendo interessados, é a última instância antes de encerrar o processo. Não há mínimos para a licitação, que pode começar a um cêntimo ou um euro, o que obviamente não quer dizer que seja vendida por esse valor», explica o responsável.
O bastonário alerta para o crescimento de hastas públicas que terminam desta forma: «Muitas praças estão a ficar desertas, neste momento. A oferta [de bens penhorados para venda] subiu muito».
O bastonário revela ter tido conhecimento de leilões de bancos que começam também com um euro de licitação-base, sendo depois vendidos com desconto significativo face aos preços de mercado. Por isso, não estranha que o Estado tenha de seguir o mesmo caminho na venda de bens penhorados por dívidas ao erário público. «As pessoas não têm dinheiro», argumenta.
O Portal das Finanças mostra que as negociações directas já têm um peso significativo. Na quarta-feira ao final tarde, havia 3.464 vendas de bens penhorados em curso no site da DGCI e cerca de 25% diziam respeito a negociações particulares.

Pressa em vender
Como explica a fiscalista Ana Pinelas Pinto, da sociedade de advogados Miranda, os regimes mais comuns para venda de bens penhorados são os leilões electrónicos e a entrega de propostas em carta fechada. No regime do leilão online, o preço-base de venda corresponde, no caso de imóveis, a 70% do valor patrimonial tributário.
Caso não sejam apresentadas propostas durante o período de tempo fixado para o leilão, a venda passa imediatamente para a modalidade de propostas em carta fechada, onde o valor-base baixa para 50% do valor tributário. A negociação particular aplica-se sempre que haja «urgência» na alienação dos bens, em que existe a possibilidade de venda por valores mais baixos. Nos casos identificados pelo SOL, a jurista admite que podem dever-se «ou à urgência na realização das vendas» ou, no caso de bens móveis, como carros, pode também ser devido ao «baixo valor de mercado e cariz obsoleto dos bens em causa».
Para o Estado, a vantagem deste procedimento é conseguir algum dinheiro, mesmo que pouco, sem ficar ‘inundado’ de bens que ninguém quer comprar a preços de mercado. A fiscalista admite que a «crescente necessidade de realização de receita» poderá incentivar a administração tributária a recorrer a este regime, por «permitir a licitação por preços de venda mais baixos e mais atractivos que os aplicáveis nos termos da lei aos regimes do leilão electrónico e de propostas por carta fechada».
A estratégia é um pouco como a que está a ser seguida com o BPN. Por duas vezes se tentou vender o banco por um preço mínimo de 180 milhões de euros, sem que tenha havido propostas. Agora, o processo de venda está a ser feito sem ser estabelecido um montante mínimo, tendo de ser concluído até ao próximo mês de Julho. Quem apresentar a melhor proposta, fica com os activos.

segunda-feira, 20 de junho de 2011

O verdadeiro flagelo da humanidade !!!


Sequestradas , torturadas e violadas, por vezes até à morte. Elas são as vítimas por excelência. Eles, por tradição, os que atacam, os predadores. Será sempre assim? Ninguém fala do assunto, mas o assunto está longe de ser um mito: todos os meses, em média, dois homens apresentam queixa por terem sido vítimas de violação, um dos crimes que mais tem aumentado nos últimos anos.
Os números da Polícia Judiciária (PJ) confirmam que as mulheres – cerca de 560 vítimas nos últimos dois anos – não são as únicas sacrificadas. Neste período, 42 homens, todos maiores de idade, quebraram o silêncio e denunciaram a situação às autoridades. Quase metade (19) tinha entre 21 e 30 anos.

Os agressores, também eles, todos do sexo masculino e maiores de idade. Entre as denúncias, apurou o SOL, há casos de abuso entre parceiros no quadro de uma relação amorosa, mas não só. À Polícia são relatadas agressões ligadas a vinganças e ajustes de contas por causa de dívidas. Foi assim com um pastor beirão violado, em 2009, pelo casal de patrões com uma cenoura. Ou com um jovem estuprado, no ano passado no Algarve por um grupo de três rapazes por dívidas de droga.

Encontros fortuitos na noite
Outras vezes, tudo começa com encontros fortuitos na noite que acabam mal. Vítimas e violadores estranhos entre si, embalados não raras vezes por excesso de álcool e drogas.

Nestes dois anos, apenas oito homens foram constituídos arguidos no âmbito de inquéritos-crime, contra 48 suspeitos que ficaram por identificar e punir.

Mitos, estigma e vergonha
«Se o sexo é uma arma usada para provocar mal-estar a uma mulher, por que não há-de ser contra um homem? Não se pode dizer que a violação masculina é necessariamente um fenómeno de homossexualidade; é sobretudo um acto de poder, que ocorre entre casais homossexuais e não só» – observa Cristina Soeiro, psicóloga da PJ, que revela alguma «surpresa» com o número de denúncias masculinas.

«Culturalmente, é muito complicado para um homem admitir que foi violado», frisa Soeiro, que defende um estudo aprofundado sobre o tema para eliminar «mitos»: «Pensa-se que o homem é suficientemente forte para reagir; que se foi atacado foi porque consentiu; se faz queixa pode ser encarado como homossexual e teme que polícia e juízes não acreditem que foi vítima».

Em média, desde 1995 – ano em que a lei passou a contemplar a possibilidade de um homem ser violado – são reportados 30 casos por ano. Um número que fica muito aquém da realidade no Reino Unido, onde a Polícia investiga todos os anos mil casos (ver caixa).

Entre a vergonha e o silêncio, muitos optam pelo segundo. A prová-lo, o número de pedidos de ajuda que chegam à Associação de Apoio à Vítima (APAV). Entre 2002 e 2010, 29 homens tiveram apoio psicológico e jurídico confidenciais, mas destes apenas oito se queixaram à Polícia. Na maioria dos casos, não há qualquer relação entre vítima e agressor. «Tal como acontece às mulheres, muitas vezes estes crimes estão associados a outros, como roubos, ameaças e ofensas à integridade física», adianta Rosa Castro, psicóloga da Associação, acrescentando que as vítimas desenvolvem «quadros depressivos e distúrbios de sono». Nenhum quis falar ao SOL, nem sob anonimato.

sonia.graca@sol.pt

Bem... isto é horrível e está mal e não é isso que está em causa MAS depois, no mesmo dia, leio notícias como ESTA onde se fala de violações em série e de combinação para violação e do uso e abuso de força e poder e depois.. esta notícia em relação à violação dos homens perde um pouco a sua importância. 2 por ano?! Ok.. na boa !!