sexta-feira, 9 de setembro de 2011
11 de Setembro - Uma década depois!
Já lá vai uma decada do dia em que estava a almoçar perto de Fátima em familia e me levantei e vi na Sic Noticias que um avião tinha embatido "no coração americano".
Será o dia em que ninguém se esquece onde estava e o que estava a fazer no momento do embate dos aviões nas torres gémeas.
Foi dos maiores acontecimentos de sempre da história da humanidade, e sem duvida que se a Europa morreu nos fornos de Auschwitz, a América sofreu um ataque cardíaco no 11 de Setembro e desde lá .. nunca mais recuperou.
Pessoalmente será dos dias mais marcantes da minha minha vida onde presenciei e partilhei através de imagens a dor sentida por quem via em horas o símbolo da América CAIR!
Domingo fará 10 anos que o mundo mudou!
domingo, 3 de julho de 2011
sexta-feira, 1 de julho de 2011
Parabéns SPORTING!
Reconhecido oficialmente o Sporting Clube de Portugal, em Maio de 1906, José Alvalade formulou o célebre voto: 'Queremos que o Sporting seja um grande clube, tão grande como os maiores da Europa'. A sua ambição representou sempre, ao longo desta história centenária, uma meta permanente no horizonte de todos os atletas, equipas e adeptos Sportinguistas!
José Alvalade fez história ao fundar um clube verdadeiramente eclético numa altura em que a cultura desportiva em Portugal era ainda muito incipiente. Este jovem fundador (com apenas 21 anos), foi o 3º Presidente da história do Sporting Clube de Portugal, integrou numerosas direcções, mas foi sobretudo um extraordinário promotor de instalações desportivas, factor determinante para o rápido crescimento e primeiros sucessos desportivos do emblema leonino. Em sua homenagem, e porque os Estatutos do Clube assim o estabelecem, o principal recinto desportivo tem o seu nome.
terça-feira, 31 de maio de 2011
Será bom ou mau?

Basta um euro para abrir uma empresa a partir de 2011
O Governo acabou com o capital social mínimo de cinco mil euros para abrir uma empresa. A partir de 2011 um euro bastará.
O Conselho de Ministros aprovou hoje um decreto-lei que elimina a exigência de um capital social mínimo de cinco mil euros para se constituir uma empresa, deixando aos sócios a liberdade para o definirem de forma simbólica.
O ministro da Presidência, Pedro Silva Pereira, referiu na conferência de imprensa que decorreu após o Conselho de Ministro que a "exigência já não se justifica" e que o diploma visa simplificar "ainda mais" os processos de constituição das sociedades por quotas ou das sociedades unipessoais por quotas.
A legislação estabelece que os sócios devem depositar o montante do capital social com o valor mínimo de cinco mil euros, antes de se iniciar da constituição da empresa.
Este diploma estabelece que o capital passa a ser "livremente fixado pelos sócios", situação que "constitui uma restrição" à constituição das empresas, sublinhou o ministro.
Objetivo: estimular a economia
Os sócios que queiram constituir uma empresa vão passar a poder fazer a entrega das suas entradas financeiras nos cofres da sociedade, no montante de cinco mil euros, no final do primeiro ano do exercício económico.
Trata-se de uma medida de "combate à burocracia e aos custos de contexto", que vem no sentido do aprofundamento do SIMPLEX - Programa de Simplificação Administrativa e Legislativa.
Na base desta mudança está a constatação de que "muitas pequenas empresas têm origem numa ideia de concretização simples, que não necessita de investimento inicial, por exemplo, numa actividade desenvolvida através da internet, a partir de casa".
"O facto de ser obrigatória a disponibilização inicial de capital social impedia frequentemente potenciais empresários, muitas vezes jovens, sem recursos económicos próprios, de avançarem com o seu projeto empresarial", salienta o diploma.
Medida em vigor noutros países europeus
Atualmente, garantiu o ministro, 75% das sociedades por quotas utilizam o capital mínimo para a sua constituição, assim como 90% das sociedades unipessoais, o que revela a "importância" da medida.
A exigência de um capital social mínimo foi eliminada na Alemanha, França, Reino Unido, Estados Unidos da América e no Japão, no seguimento de recomendações feitas pelo Banco Mundial, de acordo com o governante.
A medida vem contribuir para que Portugal melhore a sua posição no "ranking" da avaliação do ambiente de negócios, conclui o diploma.





